Hemodiálise: quem precisa fazer?

O tratamento pode prolongar a vida dos pacientes com insuficiência renal crônica

Quando pensamos em hemodiálise, quase imediatamente associamos o tratamento a coisas ruins. 

Porém essa não precisa ser a realidade de quem realiza o tratamento. 

É possível unir ainda mais qualidade de vida e encarar essa necessidade como uma oportunidade de preservar a saúde. 

E é claro, nem todos os pacientes com insuficiência renal precisarão fazer a hemodiálise. 

Vamos entender quando o tratamento é indicado, em que casos ele é necessário, e como podem ser feitas as sessões. 

O que é Hemodiálise?

É o procedimento onde uma máquina faz a filtragem do sangue, deixando-o limpo. 

Esse é o trabalho que um rim doente não consegue fazer, e por isso, a hemodiálise é um tratamento muito importante para a saúde e quando não realizada, pode colocar em risco a vida do paciente. 

Além disso, a hemodiálise também controla a pressão arterial e mantém as quantidades de substâncias como sódio, creatinina, uréia e potássio equilibradas no organismo. 

Também vale lembrar que na diálise, o sangue é retirado aos poucos por um cateter, filtrado pela máquina, que retira as substâncias que seriam excretadas pelos rins através da urina, e depois retorna o sangue, já limpo, por outro ponto do cateter. 

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Quem precisa do tratamento?

Quando o paciente é diagnosticado com insuficiência renal inicial, o tratamento pode ser realizado com medicamentos, sem necessidade de hemodiálise 3 vezes na semana ou mais. 

Já se há evolução da doença, no caso, se tornando uma insuficiência renal crônica aguda ou grave, os medicamentos não são mais suficientes. 

Nesse caso, o paciente receberá a indicação do médico nefrologista (que é quem cuida dos rins) para iniciar o tratamento. 

Contudo, a hemodiálise não visa tratar os rins, ela substitui a função do órgão, que não consegue mais filtrar e limpar o sangue de maneira adequada. 

A hemodiálise causa desconforto?

Na maioria das sessões, não. 

No entanto, o paciente pode sofrer quedas da pressão arterial, dores de cabeça ou câimbras. 

Por conta disso, a hemodiálise sempre deve ser realizada em um ambiente confortável, com o paciente sentado, e com o acompanhamento da equipe médica e de enfermagem, para monitorar os sinais e sintomas que o paciente possa apresentar. 

Mas é claro que, apesar dos possíveis efeitos adversos, a hemodiálise é um tratamento que permite que o paciente continue vivo, por isso, podemos encará-la como uma oportunidade. 

Aqui na Nefroclínica, nos esforçamos para todos os dias oferecer um atendimento com atenção e cuidado para cada paciente, além de muito amor e carinho nessa etapa da vida de cada um. 

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